Terceira Turma afastou a alienação fiduciária da parte de imóvel residencial pertencente à ex-companheira do devedor, que não autorizou o negócio. No processo, ficou comprovado que a empresa credora sabia da existência da união estável. Veja mais em: https://t.co/mj7Z1BqnT4 https://t.co/86Jhj2ajWn
Terceira Turma afastou a alienação fiduciária da parte de imóvel residencial pertencente à ex-companheira do devedor, que não autorizou o negócio. No processo, ficou comprovado que a empresa credora sabia da existência da união estável. Veja mais em: https://t.co/mj7Z1BqnT4 pic.twitter.com/86Jhj2ajWn
— STJ (@STJnoticias) September 3, 2020
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