O relator do caso afirmou que autodeclaração de afrodescendência não é absoluta e, por isso, foi legítima a criação da comissão para verificar das informações raciais prestadas pelos candidatos, para evitar fraudes e garantir maior efetividade. Veja: https://t.co/prlF3IY6AI https://t.co/4B20VhQvrw
O relator do caso afirmou que autodeclaração de afrodescendência não é absoluta e, por isso, foi legítima a criação da comissão para verificar das informações raciais prestadas pelos candidatos, para evitar fraudes e garantir maior efetividade. Veja: https://t.co/prlF3IY6AI https://t.co/4B20VhQvrw
— STJ (@STJnoticias) Oct 22, 2021
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