quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Resumo POLITICA — 2026-02-26 Atualizações da noite. - Política Pública e Assistência Social em Situações de Calamidade

Atualizado na madrugada de 27/02/2026 às 00:02.

Política Pública e Assistência Social em Situações de Calamidade

Notícias Jurídicas

Contextualização do Tema

Em 26 de fevereiro de 2026, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, destacou a prioridade do governo em ações de resgate e auxílio às vítimas de enchentes em Minas Gerais, especialmente nas cidades de Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa. Este evento evidencia a necessidade de políticas públicas eficazes em situações de calamidade, conforme preconizado pela legislação brasileira.

Desenvolvimento

Decisão

A Defesa Civil Nacional reconheceu o estado de calamidade pública nos municípios afetados e, em resposta, o governo federal liberou mais de R$ 3 milhões para o atendimento e a reconstrução das cidades. O foco inicial está na assistência às vítimas e no restabelecimento de serviços essenciais.

Fundamentos

A legislação que rege a assistência em situações de calamidade pública está disposta na Lei nº 12.608/2012, que estabelece normas para a prevenção e a resposta a desastres. Essa norma determina que, em situações de emergência, o governo deve atuar com rapidez para garantir a segurança e a dignidade das pessoas afetadas. O princípio da solidariedade social, consagrado na Constituição Federal, também fundamenta a atuação do Estado em situações de crise, assegurando que a assistência seja prestada sem discriminação.

Análise Jurídica Crítica

A atuação do governo federal em calamidades, como a que ocorre em Minas Gerais, é um reflexo da responsabilidade estatal em proteger a população. O reconhecimento do estado de calamidade pública é um instrumento importante para facilitar a mobilização de recursos e a implementação de medidas emergenciais. Contudo, é crucial que haja um planejamento prévio e uma estruturação adequada das políticas públicas, para que o atendimento às vítimas não se limite a ações emergenciais, mas se complemente com iniciativas de prevenção e recuperação a longo prazo.

Conclusão

A resposta do governo às calamidades deve ser rápida e eficaz, respeitando os direitos das vítimas e assegurando a dignidade humana. A liberação de recursos e a mobilização de equipes de resgate são passos fundamentais, mas é imprescindível que haja um compromisso contínuo com a reconstrução e a prevenção de futuras tragédias.

Fontes Oficiais

  • Lei nº 12.608/2012 - Dispõe sobre a proteção e defesa civil.
  • Agência Brasil - Notícias sobre a atuação do governo em calamidades.

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