segunda-feira, 2 de março de 2026

TRT da 5ª região condenou empregador após reconhecer que doméstica trabalhava mais de 60h semanais. Sem controle de jornada, prevaleceu a carga de até 22h, com labor em feriados. O Tribunal fixou R$ 5 mil por dano moral existencial diante da jornada exaustiva e supressão de

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TRT da 5ª região condenou empregador após reconhecer que doméstica trabalhava mais de 60h semanais. Sem controle de jornada, prevaleceu a carga de até 22h, com labor em feriados. O Tribunal fixou R$ 5 mil por dano moral existencial diante da jornada exaustiva e supressão de
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Resumo TRABALHO — 2026-03-02 Atualizações da manhã. - Decisão Trabalhista sobre Substituição de Voto no TST

Atualizado na manhã de 02/03/2026 às 09:02.

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Decisão Trabalhista sobre Substituição de Voto no TST

TRABALHO (TRT, TST)

Contexto Fático

Em um caso recente, a Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) anulou uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) devido à substituição indevida de voto de uma desembargadora. O processo envolvia um pedido de horas extras por um empregado da GHSM Gerenciamento Hoteleiro Eventos e Restaurante. A decisão que foi anulada alterou o resultado do julgamento, o que motivou a contestação por parte do trabalhador.

Fundamentos Legais

A anulação da decisão baseou-se no entendimento de que os votos já registrados por magistrados afastados não podem ser substituídos. Tal entendimento se alinha com o princípio da segurança jurídica e do devido processo legal, previsto no artigo 5º, inciso XXXVI, da Constituição Federal e nos artigos 93 e 94 do Código de Processo Civil, que garantem a estabilidade das decisões judiciais.

Entendimento do Tribunal

O TST, ao anular a decisão, enfatizou que a formação do resultado do julgamento deve ser respeitada, uma vez que a substituição de voto pode prejudicar as partes envolvidas. O colegiado reafirmou que qualquer erro na formação do resultado justifica a anulação da decisão, garantindo a integridade do processo judicial.

Impacto Prático

Para as empresas, essa decisão ressalta a importância de garantir que o processo de julgamento siga os trâmites legais adequados, evitando possíveis anulações que podem gerar custos adicionais e prolongar a resolução de conflitos trabalhistas. Para os trabalhadores, a decisão reafirma a proteção de seus direitos, garantindo que a justiça seja feita de maneira adequada e que seus interesses sejam respeitados em qualquer instância.

Análise Técnica

A decisão do TST representa um marco importante no entendimento sobre a formação do colegiado e a validade dos votos proferidos. A jurisprudência aponta para a necessidade de garantir que a composição do tribunal se mantenha estável durante todo o julgamento, evitando assim que alterações possam impactar o resultado final. Essa análise técnica evidencia a necessidade de um processo judicial que respeite as formalidades e assegure a confiança das partes no sistema judicial.

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Resumo JURISPRUDENCIA — 2026-03-02 Atualizações da manhã. - Decisão Judicial Relevante: REsp 1.886.795-RS

Atualizado na manhã de 02/03/2026 às 09:02.

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Decisão Judicial Relevante: REsp 1.886.795-RS

JURISPRUDÊNCIA

Contexto do caso: O recurso especial REsp 1.886.795-RS foi julgado pela Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 18 de novembro de 2021. A controvérsia gira em torno da possibilidade de concessão de aposentadoria especial para agentes expostos a agentes nocivos, especificamente o ruído, e a metodologia de avaliação para comprovação da habitualidade e permanência dessa exposição.

Entendimento do Tribunal: O STJ decidiu que, para o reconhecimento da atividade especial sob condições de exposição ao agente nocivo ruído, deve-se adotar a metodologia do Nível de Exposição Normalizado (NEN). Na ausência dessa informação, deve ser considerado o nível máximo de ruído, desde que a perícia técnica comprove a habitualidade e permanência da exposição.

Fundamentação jurídica: O acórdão fundamenta-se na Lei de Benefícios da Previdência Social, especialmente no art. 57, § 3º, que estabelece que a aposentadoria especial é devida ao segurado que comprovar tempo de trabalho em condições que prejudicam a saúde ou integridade física. O Tribunal enfatizou que a habitualidade e permanência não pressupõem exposição contínua durante toda a jornada de trabalho.

Tese firmada: A tese firmada pelo STJ estabelece que "o reconhecimento do exercício de atividade sob condições especiais pela exposição ao agente nocivo ruído deve ser aferido através do Nível de Exposição Normalizado (NEN), e na sua ausência deve-se considerar o nível máximo de ruído, desde que comprovada a habitualidade e permanência da exposição."

Impactos práticos: A decisão tem repercussão significativa para trabalhadores que atuam em ambientes com variações de intensidade de ruído. A possibilidade de reconhecimento da atividade especial para aposentadoria, mesmo com níveis de ruído variáveis, amplia o acesso a benefícios previdenciários, garantindo maior proteção aos direitos dos trabalhadores expostos a condições prejudiciais à saúde.

Análise crítica técnica: A decisão do STJ reflete uma interpretação cuidadosa da legislação previdenciária, buscando equilibrar a proteção ao trabalhador com a necessidade de critérios técnicos para a comprovação da atividade especial. A adoção do NEN como critério de avaliação é um avanço, pois proporciona uma avaliação mais precisa das condições de trabalho. Contudo, a implementação dessa metodologia exige que os órgãos competentes estejam preparados para realizar as avaliações necessárias, evitando ambiguidade e insegurança jurídica no reconhecimento de direitos previdenciários.

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Resumo GERAL — 2026-03-02 Atualizações da manhã. - Tributação de Bonificações no Varejo: Análise do Recurso Repetitivo do STJ

Atualizado na manhã de 02/03/2026 às 09:01.

Tributação de Bonificações no Varejo: Análise do Recurso Repetitivo do STJ

Notícias Jurídicas

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) está prestes a julgar um recurso repetitivo que discute a incidência de PIS e Cofins sobre bonificações e descontos concedidos por fornecedores no setor varejista. Este tema é de grande relevância para as empresas do setor, uma vez que a correta interpretação da legislação tributária pode impactar diretamente na carga tributária a ser suportada.

Decisão

O recurso a ser analisado pelo STJ busca esclarecer se as bonificações e descontos concedidos pelos fornecedores devem ser considerados na base de cálculo do PIS e da Cofins. A decisão do tribunal poderá uniformizar o entendimento sobre a matéria, que tem gerado controvérsias entre contribuintes e a Receita Federal.

Fundamentos

A questão central reside na interpretação do conceito de receita bruta para fins de incidência do PIS e da Cofins. Segundo a legislação, a receita bruta é a soma de todas as receitas auferidas pela empresa, mas a inclusão de bonificações e descontos nesse cálculo é objeto de debate. O STJ terá a tarefa de analisar se esses valores, que muitas vezes são considerados como meras reduções de preço, devem ou não integrar a base de cálculo das contribuições.

Análise Jurídica Crítica

A análise do tema revela a complexidade da legislação tributária brasileira, que muitas vezes não é clara em sua redação. A discussão sobre a inclusão ou exclusão das bonificações e descontos na base de cálculo do PIS e da Cofins envolve princípios como o da capacidade contributiva e a não cumulatividade, previstos na Constituição Federal. A decisão do STJ poderá trazer maior segurança jurídica aos contribuintes e contribuir para um ambiente de negócios mais previsível.

Conclusão

O julgamento do recurso repetitivo pelo STJ sobre a tributação de bonificações no varejo é um passo importante para a uniformização do entendimento sobre a matéria. Espera-se que a decisão traga clareza e segurança jurídica para os contribuintes do setor, refletindo a necessidade de uma legislação tributária mais transparente e que respeite os princípios constitucionais.

Fontes Oficiais

  • Superior Tribunal de Justiça (STJ)
  • Legislação Tributária Brasileira

Resumo DIREITOS HUMANOS — 2026-03-02 Atualizações da manhã. - Proposta de Endurecimento de Penas Contra Homossexualidade no Senegal e seus Impactos

Atualizado na manhã de 02/03/2026 às 09:01.

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Proposta de Endurecimento de Penas Contra Homossexualidade no Senegal e seus Impactos

DIREITOS HUMANOS

A proposta de endurecimento das penas contra a homossexualidade no Senegal gera divisões no país

A recente proposta de endurecimento das penas contra a homossexualidade no Senegal tem provocado intensos debates e divisões na sociedade senegalesa. O assunto destaca a tensão entre a proteção dos direitos humanos e a cultura local, refletindo a complexidade das questões de direitos civis em contextos sociais diversos.

Contexto

A notícia "Proposta de endurecer penas contra homossexualidade divide o Senegal" revela que a iniciativa legislativa visa aumentar as penalidades para atos homossexuais, o que já é considerado crime no país. Este movimento é visto por muitos como um retrocesso nos avanços em direitos humanos e igualdade, especialmente em um contexto africano onde os direitos LGBTQIA+ são frequentemente negados.

Fundamento constitucional

No contexto brasileiro, a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5º, assegura a igualdade de todos perante a lei, independentemente de orientação sexual. Embora a proposta em questão não se aplique diretamente ao Brasil, o debate suscita reflexões sobre a importância da proteção dos direitos humanos universais, que deve ser respeitada em todo o mundo.

Base internacional

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) e o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (PIDCP) estabelecem normas internacionais que defendem a igualdade e a não discriminação. O endurecimento das penas contra a homossexualidade no Senegal pode ser interpretado como uma violação desses tratados, uma vez que eles garantem o direito à vida, liberdade e segurança pessoal.

Impacto jurídico

O endurecimento das penas pode ter várias consequências práticas, incluindo:

  • Aumento da criminalização da homossexualidade, levando a mais perseguições e discriminações.
  • Possíveis sanções internacionais ao Senegal, afetando sua imagem e relações diplomáticas.
  • Impacto nas políticas públicas de direitos humanos, que podem ficar ainda mais enfraquecidas diante da resistência a mudanças sociais.
Essas questões apontam para a necessidade de um diálogo contínuo sobre a proteção dos direitos humanos e a promoção da igualdade em contextos culturalmente diversos.

Análise Jurídica Crítica

O debate sobre a homossexualidade no Senegal evidencia limites e controvérsias na interpretação das normas de direitos humanos. A resistência cultural e a falta de aceitação social podem dificultar a implementação de políticas que garantam direitos iguais. Além disso, o risco de interpretações divergentes sobre a legalidade de ações e legislações pode criar um ambiente jurídico instável, onde os direitos humanos são frequentemente desconsiderados.

Conclusão

  • A proposta de endurecimento das penas no Senegal levanta questões cruciais sobre direitos humanos e a proteção de minorias.
  • É essencial que a comunidade internacional e as organizações de direitos humanos monitorem e respondam a tais desenvolvimentos.
  • O fortalecimento da defesa dos direitos humanos deve ser uma prioridade para garantir a igualdade e a dignidade de todos os indivíduos, independentemente de sua orientação sexual.

Fontes oficiais

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Resumo DIREITO TRIBUTÁRIO — 2026-03-02 Atualizações da manhã. - Reconhecimento de Créditos de IPI pelo CARF: Análise de Caso

Atualizado na manhã de 02/03/2026 às 09:00.

Reconhecimento de Créditos de IPI pelo CARF: Análise de Caso

Notícias Jurídicas

O impacto do reconhecimento de créditos de IPI na indústria do Nordeste

O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) decidiu, em recente julgamento, reconhecer créditos de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para um fabricante de baterias localizado na Região Nordeste do Brasil. Esta decisão é relevante não apenas para a empresa em questão, mas também para o setor industrial local e para a interpretação das normas tributárias relacionadas ao IPI.

Decisão

A decisão do CARF, proferida em 2026, abordou o pleito da empresa que buscava o reconhecimento de créditos de IPI decorrentes da aquisição de insumos utilizados na fabricação de baterias. O CARF, em sua análise, considerou que a empresa atendia aos requisitos legais para a utilização dos créditos, conforme previsto na legislação vigente.

Fundamentos

A decisão do CARF baseou-se nos artigos 3º e 4º da Lei nº 9.779/1999, que regulamenta a apuração e a utilização dos créditos de IPI. O tribunal entendeu que a empresa demonstrou a regularidade fiscal e a correta utilização dos insumos, o que legitimou o reconhecimento dos créditos pleiteados. Além disso, a decisão destacou a importância do estímulo à indústria local, especialmente em regiões menos favorecidas economicamente, como o Nordeste.

Análise Jurídica Crítica

O reconhecimento de créditos de IPI pelo CARF reflete uma interpretação favorável ao contribuinte, promovendo a segurança jurídica e incentivando a atividade econômica na região. Essa decisão é um exemplo de como a administração tributária pode adotar uma postura cooperativa, respeitando os princípios da legalidade e da eficiência, conforme preconizado no artigo 37 da Constituição Federal.

Ademais, a aplicação do princípio da capacidade contributiva, que é um dos fundamentos do Direito Tributário, é crucial neste contexto. O reconhecimento de créditos de IPI pode aliviar a carga tributária sobre as empresas, permitindo que elas reinvistam em suas operações e contribuam para o desenvolvimento econômico local.

Conclusão

A decisão do CARF em reconhecer créditos de IPI para o fabricante de baterias no Nordeste é um marco significativo para o setor industrial da região. Ao garantir que os direitos tributários da empresa sejam respeitados, o CARF não apenas fortalece a segurança jurídica, mas também promove o desenvolvimento econômico regional.

Fontes Oficiais

  • Lei nº 9.779/1999
  • Decisões do CARF
  • Constituição Federal

New video by Superior Tribunal de Justiça (STJ): Cancelamento de plano de saúde motivado por TEA de beneficiário gera dano moral

Cancelamento de plano de saúde motivado por TEA de beneficiário gera dano moral

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que o cancelamento de proposta de contratação de plano de saúde configura ato ilícito e gera direito à indenização por dano moral, caso se comprove que o motivo foi o fato de um dos pretensos beneficiários ser portador do transtorno do espectro autista (TEA). . REsp 2.217.953 Leia mais: https://ift.tt/qK92FWh



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