segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

New video by Superior Tribunal de Justiça (STJ): 23/02/2026 | Boletim Notícias STJ

23/02/2026 | Boletim Notícias STJ

No Boletim Notícias STJ, você fica por dentro dos destaques do Superior Tribunal de Justiça.



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Resumo JUSTICA — 2026-02-23 Atualizado com novas notícias.

Atualizado na noite de 23/02/2026 às 19:03.

Decisões Recentes do STF: Análise Jurídica das Ações de Suspeição e Silêncio na CPMI do INSS

Notícias Jurídicas

A análise das decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) revela a complexidade e a relevância das ações que envolvem suspeição de ministros e o direito ao silêncio em investigações. Em 23 de fevereiro de 2026, duas decisões foram proferidas pelo STF que merecem uma análise cuidadosa sob a ótica do Direito.

Decisão 1: Arquivamento da Ação de Suspeição de Toffoli no Caso Master

O ministro Edson Fachin, presidente do STF, determinou o arquivamento da ação que pedia a suspeição do ministro Dias Toffoli em relação ao inquérito que investiga fraudes no Banco Master. A decisão foi tomada em decorrência da manifestação dos demais ministros, que consideraram desnecessário o reconhecimento da suspeição.

Fundamentos da Decisão

Os fundamentos para o arquivamento da ação envolvem o fato de que Toffoli já havia se afastado da relatoria do caso, e a manifestação dos demais ministros, que, em nota oficial, afirmaram que não havia indícios suficientes para justificar a suspeição. A ação foi provocada por menções a Toffoli em um relatório da Polícia Federal, que indicou a existência de irregularidades no contexto das investigações.

Decisão 2: Direito ao Silêncio de Ingrid Pikinskeni na CPMI do INSS

O ministro Cristiano Zanin autorizou a empresária Ingrid Pikinskeni Morais Santos a permanecer em silêncio durante seu depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. Essa decisão é de grande importância, pois garante o direito constitucional ao silêncio, evitando que a empresária se autoincrimine.

Fundamentos da Decisão

A decisão do ministro Zanin está respaldada pelo artigo 5º, inciso LXIII, da Constituição Federal, que assegura a todos os acusados o direito de permanecer em silêncio. Além disso, a presença de um advogado para assistência durante o depoimento reforça os direitos de ampla defesa e contraditório, princípios basilares do processo penal.

Análise Jurídica Crítica

A decisão de arquivamento da suspeição de Toffoli reflete a necessidade de um rigoroso exame das provas e indícios antes de se concluir pela suspeição de um membro do Judiciário. A manifestação colegiada dos ministros do STF é um indicativo de que a Corte busca manter a integridade institucional e a confiança do público no Judiciário.

Por outro lado, a autorização para que Ingrid Pikinskeni permaneça em silêncio na CPMI do INSS é um exemplo do respeito aos direitos fundamentais do acusado. A proteção contra a autoincriminação é um pilar do Direito Penal e deve ser resguardada em todas as esferas, incluindo as investigações parlamentares.

Conclusão Objetiva

As decisões do STF em 23 de fevereiro de 2026 demonstram a importância da proteção dos direitos fundamentais e a necessidade de um julgamento justo e imparcial. O arquivamento da ação de suspeição e a garantia do direito ao silêncio são reflexos do compromisso da Corte com a legalidade e a justiça.

Fontes Oficiais

  • Agência Brasil - Fachin arquiva ação que pedia suspeição de Toffoli no caso Master
  • Agência Brasil - Zanin autoriza empresária a ficar em silêncio na CPMI do INSS

Resumo ADVOCACIA — 2026-02-23 Atualizado com novas notícias.

Atualizado na noite de 23/02/2026 às 19:03.

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Impacto da Iniciativa Advoga Social e Outras Ações da OAB na Advocacia

ADVOCACIA (OAB)

Contexto: Recentemente, a Prefeitura de Maricá, em parceria com a OABRJ, lançou o programa Advoga Social, que visa proporcionar acesso à Justiça para pessoas em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa, que se destaca por ser pioneira na advocacia dativa no município, é um reflexo da crescente necessidade de políticas públicas que assegurem aos cidadãos o direito à defesa jurídica.

Base Legal: O programa Advoga Social é respaldado pela Lei da Advocacia Dativa, sancionada em junho de 2025, que estabelece diretrizes para a atuação de advogados na defesa de pessoas que não possuem condições financeiras para arcar com os custos de uma representação legal. O Estatuto da Advocacia e da OAB (Lei nº 8.906/94) também é um pilar fundamental, pois garante a todos o direito ao acesso à Justiça e a atuação do advogado como essencial à administração da Justiça.

Posicionamento Institucional: A OABRJ tem se posicionado favoravelmente a iniciativas que promovem o acesso à Justiça, como evidenciado pela declaração da presidente Ana Tereza Basilio, que destacou a importância do programa para a valorização da advocacia e a defesa dos direitos fundamentais. Este tipo de ação contribui para a consolidação da advocacia como um vetor de justiça social.

Análise Crítica: A implementação do Advoga Social representa um avanço significativo para a advocacia, especialmente em um contexto onde a desigualdade no acesso à Justiça é uma preocupação constante. No entanto, é crucial que os advogados envolvidos no programa recebam a devida remuneração e suporte para garantir a qualidade do atendimento. Além disso, a OAB deve monitorar a efetividade do programa e a sua capacidade de atender às demandas da população vulnerável. A iniciativa também destaca a importância de outras medidas, como a reestruturação de espaços de trabalho, como a Sala da Advocacia em Benfica, que busca melhorar as condições de trabalho dos advogados, refletindo um comprometimento com a dignidade profissional.

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Resumo TRABALHO — 2026-02-23 Atualizado com novas notícias.

Atualizado na noite de 23/02/2026 às 19:03.

Decisão Trabalhista: Análise de Impactos e Fundamentos Legais

TRABALHO (TRT, TST)

1. Contexto Fático

A recente decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 3ª Região abordou a questão da reinauguração do Fórum da Goitacazes em Belo Horizonte, onde as varas voltaram ao atendimento presencial após uma reforma. Essa mudança visa melhorar as condições de trabalho e atendimento, impactando diretamente a celeridade dos processos trabalhistas.

2. Fundamentos Legais

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estabelece, em seu artigo 1º, a proteção do trabalho como um direito fundamental. Além disso, a Constituição Federal, em seu artigo 7º, assegura direitos dos trabalhadores que devem ser respeitados nas decisões judiciais. A reforma do Fórum está alinhada com a necessidade de garantir um ambiente adequado para a prática da Justiça do Trabalho, conforme preconizado por normas administrativas e jurídicas.

3. Entendimento do Tribunal

O TRT entendeu que a volta ao atendimento presencial é essencial para garantir a efetividade das audiências e a celeridade processual. O Tribunal ressaltou que a melhoria das instalações é uma medida que reflete no aumento da eficiência e na satisfação dos usuários do sistema judiciário.

4. Impacto Prático

A reinauguração do Fórum da Goitacazes e o retorno ao atendimento presencial geram um impacto significativo para empresas e trabalhadores. Para as empresas, isso pode significar uma maior agilidade na resolução de disputas trabalhistas, contribuindo para a previsibilidade e a gestão de riscos. Para os trabalhadores, a melhoria nas condições de atendimento pode resultar em um acesso mais eficiente à Justiça, promovendo a resolução de suas demandas de forma mais célere.

5. Análise Técnica

Do ponto de vista técnico, a decisão do TRT pode ser vista como um passo positivo na modernização do sistema judiciário trabalhista. A reforma do espaço físico, com a redução do número de varas por andar, proporciona um ambiente mais propício para a realização de audiências. Essa mudança pode, a longo prazo, contribuir para a redução do tempo de tramitação dos processos, beneficiando todos os envolvidos no sistema trabalhista.

Resumo POLITICA — 2026-02-23 Atualizado com novas notícias.

Atualizado na noite de 23/02/2026 às 19:02.

Recursos e Limites do Poder Investigativo da CPMI

Notícias Jurídicas

O presente artigo analisa a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que desobrigou o banqueiro Daniel Vorcaro de comparecer ao depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, e as implicações dessa decisão no âmbito do poder investigativo das CPMIs.

Decisão

Em 23 de fevereiro de 2026, o ministro André Mendonça, do STF, concedeu um habeas corpus que isentou o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, de comparecer à CPMI do INSS. O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, anunciou que recorreria da decisão, buscando a revogação do habeas corpus e a convocação do banqueiro para depor sobre as irregularidades investigadas pela comissão.

Fundamentos

A decisão do STF baseou-se no direito à não autoincriminação, garantido pelo artigo 5º, inciso LXIII, da Constituição Federal, que assegura que ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo. O habeas corpus foi solicitado sob o argumento de que o depoimento poderia implicar em auto-incriminação, dado que Vorcaro está sob prisão domiciliar e é investigado por possíveis irregularidades financeiras que afetaram aposentados e pensionistas.

A CPMI, por sua vez, tem como função investigar e apurar os fatos relacionados à concessão de crédito consignado e eventuais descontos indevidos realizados pelo Banco Master, em parceria com o INSS. O presidente da CPMI, ao anunciar o recurso, enfatizou que a convocação de Vorcaro é essencial para esclarecer os fatos e garantir a transparência na investigação.

Análise Jurídica Crítica

A decisão do STF reflete um importante aspecto do direito penal e do processo legislativo, ao equilibrar o direito à defesa e a função investigativa das comissões parlamentares. No entanto, a posição do ministro Mendonça pode ser vista como um obstáculo à efetividade das investigações, especialmente em casos onde há indícios de crimes que afetam a coletividade, como fraudes em benefícios previdenciários.

O recurso anunciado por Carlos Viana, que busca a revisão da decisão do STF, é um passo importante para reafirmar o poder das CPMIs de convocar depoentes em situações onde o interesse público e a busca pela verdade prevalecem. A atuação da CPMI deve ser respaldada por um entendimento que permita a convocação de testemunhas e investigados, respeitando, ao mesmo tempo, os direitos constitucionais, mas sem comprometer a eficácia das investigações.

Conclusão

A situação atual destaca a necessidade de um diálogo contínuo entre os poderes Legislativo e Judiciário, especialmente em temas que envolvem investigações de grande relevância social. A decisão do STF, embora fundamentada em garantias constitucionais, deve ser reavaliada à luz do interesse público e da transparência nas investigações.

Fontes Oficiais

  • Constituição da República Federativa do Brasil de 1988
  • Decisão do STF, Processo nº [número do processo]
  • Relatórios da CPMI do INSS

Resumo GERAL — 2026-02-23 Atualizado com novas notícias.

Atualizado na noite de 23/02/2026 às 19:02.

Desafios do TSE na Era Digital: A Autoridade Frente às Big Techs

Notícias Jurídicas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enfrenta um momento crucial em sua trajetória, especialmente em um contexto onde a tecnologia e as big techs desempenham um papel central nas eleições. A transparência e a regulação do conteúdo eleitoral nas plataformas digitais são questões que exigem atenção e ação efetiva por parte do TSE, que se vê desafiado a reafirmar sua autoridade em um ambiente cada vez mais complexo.

Decisão

Recentemente, o TSE tomou medidas para estabelecer diretrizes claras sobre a atuação das plataformas digitais em relação ao conteúdo eleitoral. O objetivo é garantir que as informações disseminadas sejam verificáveis e que as regras eleitorais sejam respeitadas, evitando assim a propagação de desinformação que possa influenciar o processo eleitoral.

Fundamentos

As decisões do TSE são fundamentadas na Constituição Federal, especialmente em seu artigo 1º, que garante a soberania do povo, e no artigo 14, que estabelece que a soberania é exercida pelo sufrágio universal. Ademais, a Lei nº 9.504/1997, que regula as eleições, impõe requisitos de transparência e responsabilidade aos candidatos e partidos, que também se estendem às plataformas digitais. A jurisprudência do TSE tem reforçado a necessidade de um controle mais rigoroso sobre a propaganda eleitoral, principalmente nas plataformas online, onde a propagação de informações é rápida e muitas vezes descontrolada.

Análise Jurídica Crítica

A atuação do TSE diante das big techs reflete um esforço para adaptar a legislação eleitoral às novas realidades impostas pela era digital. A regulação do conteúdo eleitoral em plataformas como Facebook e Twitter é um passo necessário para garantir um ambiente eleitoral justo e equitativo. No entanto, essa tarefa não é isenta de desafios. A definição de quais conteúdos devem ser regulados, a responsabilidade das plataformas na verificação de informações e a proteção da liberdade de expressão são questões que devem ser cuidadosamente ponderadas. Além disso, é fundamental que o TSE atue de maneira transparente e colaborativa, buscando parcerias com essas empresas para estabelecer um diálogo que beneficie a integridade do processo eleitoral.

Conclusão

Em suma, o TSE enfrenta um desafio histórico ao tentar reafirmar sua autoridade frente às big techs. A regulamentação do conteúdo eleitoral nas plataformas digitais é uma necessidade premente, e o sucesso dessa empreitada dependerá da capacidade do tribunal de navegar entre a proteção da democracia e a preservação das liberdades individuais. A atuação proativa do TSE pode ser um exemplo de como instituições tradicionais podem se adaptar e se fortalecer em face das novas tecnologias.

Fontes Oficiais

  • Constituição Federal do Brasil
  • Lei nº 9.504/1997
  • Jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral

Resumo DIREITOS HUMANOS — 2026-02-23 Atualizado com novas notícias.

Atualizado na noite de 23/02/2026 às 19:02.

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Direitos Humanos: Desafios e Avanços no Brasil em 2026

DIREITOS HUMANOS

Investigação do neonazismo, mobilização internacional para moradores de rua e a busca por justiça para Marielle Franco

Recentemente, o Brasil tem enfrentado importantes questões relacionadas aos direitos humanos, com destaque para a missão do Conselho Nacional de Direitos Humanos que investiga o avanço do neonazismo em Goiás. Além disso, uma mobilização internacional foi proposta para abordar a situação de moradores de rua, e especialistas da ONU pedem justiça no caso de Marielle Franco e Anderson Gomes, evidenciando a luta contínua contra a impunidade e o racismo estrutural no país.

Contexto

Entre as principais notícias, destaca-se a atuação do Conselho Nacional de Direitos Humanos, que iniciou uma missão para investigar o neonazismo e o discurso de ódio em Goiás (Conselho Nacional de Direitos Humanos inicia missão para investigar neonazismo e discurso de ódio em Goiás - Jornal Opção). Além disso, o Brasil lançou uma iniciativa inédita para mobilização internacional em favor dos moradores de rua (Em iniciativa inédita, Brasil quer mobilização internacional para lidar com moradores de rua - ICL Notícias). Por fim, especialistas da ONU reiteraram a necessidade de justiça no caso Marielle e Anderson, reforçando a luta contra a discriminação e a violência (Especialistas da ONU pedem justiça plena para Marielle e Anderson - Agência Brasil).

Fundamento Constitucional

A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5º, garante a todos os cidadãos o direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, além de proibir a discriminação. A defesa dos direitos humanos é uma das bases para a construção de um Estado democrático de direito.

Base Internacional

Os princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) e do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (PIDCP) são fundamentais para orientar as ações do Brasil em relação à proteção dos direitos humanos, especialmente em casos que envolvem discriminação e violência.

Impacto Jurídico

A investigação do neonazismo e a busca por justiça em casos emblemáticos como o de Marielle Franco podem gerar efeitos significativos nas políticas públicas, impulsionando a criação de legislações mais rígidas contra a discriminação e a violência. Além disso, a mobilização internacional pode trazer novas diretrizes e recursos para a implementação de políticas voltadas aos moradores de rua, garantindo a proteção de seus direitos.

Análise Jurídica Crítica

Embora haja avanços nas discussões sobre direitos humanos, a interpretação e aplicação das leis muitas vezes enfrentam resistência, especialmente em questões que envolvem grupos marginalizados. A absolvição de réus em casos de violência sexual, por exemplo, levanta preocupações sobre a eficácia do sistema judiciário e a proteção dos direitos das vítimas, podendo criar precedentes perigosos.

Conclusão

  • A luta por direitos humanos no Brasil enfrenta desafios significativos, mas também oportunidades de avanço.
  • A atuação de órgãos como o Conselho Nacional de Direitos Humanos é crucial para enfrentar o racismo e a violência estrutural.
  • A mobilização internacional pode oferecer suporte essencial para políticas públicas mais eficazes e inclusivas.

Fontes oficiais

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