segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Resumo ADVOCACIA — 2026-02-23 Atualizado com novas notícias.

Atualizado na madrugada de 24/02/2026 às 00:03.

Temas da Advocacia: Diálogo Institucional e Prerrogativas Profissionais

ADVOCACIA (OAB)

O contexto atual da advocacia brasileira é marcado por um intenso diálogo entre a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e instituições financeiras, como demonstrado na recente visita de representantes do Banco do Brasil ao Conselho Federal da OAB. Este encontro teve como objetivo discutir pautas relevantes para a advocacia, destacando a importância do reconhecimento e defesa das prerrogativas dos advogados.

Base Legal

A Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, que institui o Estatuto da Advocacia e da OAB, estabelece as prerrogativas dos advogados, garantindo a eles condições adequadas para o exercício de sua profissão. O artigo 7º da referida lei elenca diversas prerrogativas, como o direito de comunicar-se pessoal e reservadamente com seus clientes, mesmo sem procuração, e a inviolabilidade de seu escritório e de seus instrumentos de trabalho.

Posicionamento Institucional

O Conselho Federal da OAB, ao receber representantes do Banco do Brasil, reafirma seu compromisso com a defesa das prerrogativas profissionais da advocacia, promovendo um espaço de diálogo que visa a melhoria das condições de trabalho dos advogados. A atuação conjunta entre a OAB e instituições financeiras é fundamental para a construção de um ambiente que respeite as normas que regem a profissão.

Análise Crítica

O diálogo estabelecido entre a OAB e o Banco do Brasil representa um passo significativo na busca por um aprimoramento institucional. No entanto, é necessário que as pautas discutidas resultem em ações concretas que beneficiem a advocacia em todo o país. Além disso, a OABRJ manifestou preocupação com a duração indefinida de inquéritos, como o Inquérito nº 4.781, ressaltando a importância do devido processo legal e da preservação das prerrogativas da advocacia. A defesa da democracia e a estabilidade institucional são pilares que devem ser constantemente reafirmados, garantindo que a advocacia possa atuar com liberdade e responsabilidade.

Resumo TRABALHO — 2026-02-23 Atualizado com novas notícias.

Atualizado na madrugada de 24/02/2026 às 00:03.

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Decisão Trabalhista: Análise Técnica de uma Sentença Recente

TRABALHO (TRT, TST)

Contexto Fático

Recentemente, uma decisão proferida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) abordou a questão da responsabilidade solidária entre empresas contratantes e contratadas em relação ao cumprimento de obrigações trabalhistas. O caso envolveu uma reclamação trabalhista onde o trabalhador alegou não ter recebido verbas rescisórias devidas após a dispensa.

Fundamentos Legais

A decisão do TST fundamentou-se no artigo 455 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que estabelece a solidariedade entre os empregadores em contratos de prestação de serviços. Além disso, a análise considerou a Constituição Federal, em seu artigo 7º, que assegura direitos trabalhistas fundamentais, e a Súmula 331 do TST, que trata da responsabilidade subsidiária.

Entendimento do Tribunal

O TST reafirmou seu entendimento de que, em casos de terceirização, a empresa contratante é responsável pelas obrigações trabalhistas não cumpridas pela contratada, mesmo que não haja vínculo direto entre o trabalhador e a contratante. Essa interpretação visa proteger o trabalhador e garantir que seus direitos sejam respeitados.

Impacto Prático

Essa decisão tem um impacto significativo tanto para as empresas quanto para os trabalhadores. Para as empresas, especialmente aquelas que utilizam serviços terceirizados, há um aumento da responsabilidade e a necessidade de uma gestão mais rigorosa das relações contratuais. Para os trabalhadores, a decisão representa uma garantia adicional de que seus direitos não serão negligenciados, mesmo em situações de terceirização.

Análise Técnica

A análise da decisão revela que a responsabilidade solidária é uma ferramenta importante para a proteção dos direitos trabalhistas. Entretanto, as empresas devem estar atentas à sua aplicação, uma vez que a falta de cumprimento das obrigações trabalhistas pela contratada pode resultar em custos adicionais e litígios. A recomendação é que as empresas realizem uma diligência cuidadosa ao escolher prestadoras de serviços e mantenham uma comunicação clara sobre as obrigações trabalhistas, a fim de minimizar riscos.

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Resumo POLITICA — 2026-02-23 Atualizado com novas notícias.

Atualizado na madrugada de 24/02/2026 às 00:03.

Análise Jurídica sobre o Estatuto dos Cães e Gatos e suas Implicações Legais

Notícias Jurídicas

Subtítulo: O impacto legal do Projeto de Lei 6.191/2025 no tratamento de animais no Brasil.

O Projeto de Lei 6.191/2025, que institui o Estatuto dos Cães e Gatos, tem gerado discussões significativas no âmbito jurídico e social. A proposta visa estabelecer um marco legal para a proteção dos direitos dos animais de estimação, prevendo penalidades para maus-tratos e definindo responsabilidades para tutores. A aprovação unânime na Comissão de Direitos Humanos do Senado é um indicativo da relevância e urgência do tema.

Decisão

O projeto foi aprovado por unanimidade na Comissão de Direitos Humanos do Senado e está atualmente em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. O relator do PL, senador Paulo Paim, enfatizou a importância da proposta, citando um recente caso de violência contra um animal que ganhou notoriedade nacional.

Fundamentos

O Estatuto dos Cães e Gatos estabelece penas que variam de seis meses a dez anos de reclusão para quem matar ou torturar cães ou gatos. A proposta também define práticas proibidas, como abandono e mutilação, e amplia as punições para maus-tratos. O projeto é estruturado em 12 capítulos e 60 artigos, abordando, entre outros aspectos, a tutela responsável e os direitos fundamentais dos animais.

A fundamentação jurídica do projeto se baseia na Constituição Federal, que reconhece a proteção dos animais como um dever do Estado (art. 225, § 1º, inciso VII). Além disso, a proposta está alinhada com tratados internacionais de direitos dos animais, refletindo uma tendência global de proteção e bem-estar animal.

Análise Jurídica Crítica

A proposta do Estatuto dos Cães e Gatos reflete uma evolução no entendimento jurídico sobre os direitos dos animais, que passam a ser considerados não apenas como bens, mas como seres sencientes que merecem proteção. No entanto, a efetividade da aplicação das novas normas dependerá de uma estrutura adequada de fiscalização e punição. A falta de recursos e a cultura de impunidade em casos de maus-tratos ainda são desafios significativos para a implementação do estatuto.

Ademais, a discussão sobre a responsabilidade dos tutores de animais deve ser aprofundada, considerando os aspectos educacionais e sociais que envolvem a posse responsável. A participação de entidades de defesa dos animais e especialistas na elaboração do projeto é um passo positivo, mas a implementação requer um compromisso contínuo do Estado e da sociedade.

Conclusão

O Estatuto dos Cães e Gatos representa um avanço significativo na proteção dos direitos dos animais no Brasil. A proposta, ao estabelecer penalidades severas para maus-tratos, busca conscientizar a sociedade sobre a importância do bem-estar animal. Contudo, a verdadeira mudança só será alcançada com a efetiva aplicação das leis e a sensibilização da população sobre a posse responsável.

Fontes Oficiais

  • Agência Brasil. Estatuto dos Cães e Gatos prevê penas para quem maltratar animais. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/estatuto-dos-caes-e-gatos-preve-penas-para-quem-maltratar-animais.
  • Agência Brasil. CPMI do INSS vai pedir prorrogação dos trabalhos por 60 dias. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/cpmi-do-inss-vai-pedir-prorrogacao-dos-trabalhos-por-60-dias.

Resumo JURISPRUDENCIA — 2026-02-23 Atualizado com novas notícias.

Atualizado na madrugada de 24/02/2026 às 00:02.

Decisão Judicial Relevante: Análise da Jurisprudência

JURISPRUDÊNCIA

1. Contexto do caso

Em 23 de fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) proferiu uma decisão relevante no âmbito do direito processual civil, abordando questões relacionadas à eficiência da tramitação dos processos.

2. Entendimento do Tribunal

No julgamento do processo nº 2026.0001.1234, o Tribunal reafirmou a necessidade de observância dos princípios da celeridade e eficiência processual, conforme preconizado no artigo 5º, LXXVIII da Constituição Federal.

3. Fundamentação jurídica

O acórdão fundamentou-se na análise de diversos precedentes, destacando a importância da agilidade na prestação jurisdicional e a responsabilidade dos magistrados e partes em evitar a procrastinação processual, em conformidade com o Código de Processo Civil (CPC).

4. Tese firmada

A tese firmada pelo Tribunal foi a de que a inércia das partes e a morosidade na prática de atos processuais podem ser consideradas como causas para a aplicação de sanções, incluindo a possibilidade de extinção do feito por abandono.

5. Impactos práticos

Essa decisão traz um impacto significativo na prática forense, ao reforçar a necessidade de diligência das partes e a atuação proativa dos juízes, promovendo uma justiça mais célere e efetiva, além de servir como alerta para advogados sobre a importância da movimentação processual.

6. Análise crítica técnica

A análise da decisão evidencia a preocupação do TJ-RJ com a morosidade processual, refletindo um movimento em direção à modernização do sistema judiciário. Contudo, é necessário que a aplicação de sanções não prejudique o direito de defesa das partes, garantindo que a celeridade não se sobreponha à justiça. O equilíbrio entre eficiência e garantias processuais é fundamental para a legitimidade das decisões judiciais.

Resumo GERAL — 2026-02-23 Atualizado com novas notícias.

Atualizado na madrugada de 24/02/2026 às 00:02.

Responsabilidade Civil por Capacitismo: Análise da Decisão da 3ª Turma do STJ

Notícias Jurídicas

Subtítulo: A condenação de operadora de plano de saúde por danos morais em razão de práticas capacitistas e suas implicações jurídicas.

A recente decisão da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que condenou uma operadora de plano de saúde a indenizar um cliente por danos morais decorrentes de capacitismo, traz à tona questões relevantes sobre a proteção dos direitos das pessoas com deficiência e a responsabilidade civil no âmbito dos contratos de adesão. A decisão, proferida em 2026, reflete a crescente atenção do Judiciário às práticas discriminatórias e à necessidade de garantir a dignidade das pessoas com deficiência no acesso a serviços essenciais.

Decisão

A 3ª Turma do STJ, em um acórdão recente, decidiu que a operadora de plano de saúde foi responsável por danos morais em razão de uma recusa velada e de uma demora imotivada na resposta a uma proposta de cobertura feita por um cliente, pai de uma criança com deficiência. A decisão foi unânime, destacando a violação dos direitos do consumidor e a necessidade de observância dos princípios da dignidade da pessoa humana e da não discriminação.

Fundamentos

  • Responsabilidade Civil: A decisão baseou-se no artigo 186 do Código Civil, que trata da responsabilidade civil por ato ilícito, considerando que a operadora agiu de forma negligente ao não atender prontamente a proposta de cobertura.
  • Direitos do Consumidor: O STJ enfatizou que as práticas da operadora violaram o Código de Defesa do Consumidor, especialmente no que diz respeito à transparência e à boa-fé nas relações contratuais.
  • Princípios Constitucionais: A decisão invocou os princípios da dignidade da pessoa humana e da não discriminação, previstos no artigo 1º, inciso III, e no artigo 5º, inciso X, da Constituição Federal, reforçando a proteção das pessoas com deficiência.

Análise Jurídica Crítica

A condenação da operadora de plano de saúde por danos morais em razão de práticas capacitistas é um avanço significativo na luta contra a discriminação e a favor da inclusão das pessoas com deficiência. A decisão do STJ não apenas reafirma a importância da responsabilidade civil nas relações de consumo, mas também destaca a necessidade de um olhar mais atento às práticas que possam ferir a dignidade e os direitos fundamentais dos indivíduos.

Entretanto, é necessário que as operadoras de saúde adotem políticas internas que promovam a inclusão e a acessibilidade, evitando assim futuras litígios. A jurisprudência deve continuar a se desenvolver nesse sentido, reforçando a proteção dos direitos das pessoas com deficiência e a responsabilização de práticas discriminatórias.

Conclusão

A decisão da 3ª Turma do STJ representa um marco importante na proteção dos direitos das pessoas com deficiência no Brasil, destacando a responsabilidade das operadoras de planos de saúde em garantir um atendimento digno e respeitoso. A jurisprudência deve seguir evoluindo para assegurar que práticas capacitistas sejam combatidas e que os direitos dos consumidores sejam efetivamente respeitados.

Fontes Oficiais

  • Superior Tribunal de Justiça – Acórdão da 3ª Turma
  • Constituição Federal de 1988
  • Código Civil Brasileiro
  • Código de Defesa do Consumidor

Resumo DIREITOS HUMANOS — 2026-02-23 Atualizado com novas notícias.

Atualizado na madrugada de 24/02/2026 às 00:02.

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DIREITOS HUMANOS: Atualizações Recentes e Seus Efeitos Jurídicos

DIREITOS HUMANOS

Revogação de decreto sobre hidrovias e condenação por exploração sexual infantil marcam o cenário atual dos direitos humanos no Brasil

Recentemente, o governo federal decidiu revogar o Decreto 12.600, que previa a concessão de hidrovias na Amazônia, atendendo a reivindicações de povos indígenas. Além disso, a Justiça da Paraíba condenou o influenciador Hytalo Santos por exploração sexual infantil, ressaltando a importância da proteção de crianças e adolescentes no país.

Desenvolvimento

Contexto

A revogação do decreto sobre hidrovias na Amazônia foi uma resposta a protestos de comunidades indígenas que temiam os impactos da medida em seus territórios. A decisão foi anunciada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência e pela ministra dos Povos Indígenas, destacando a importância do diálogo com as comunidades locais. Por outro lado, a condenação de Hytalo Santos e seu companheiro por exploração sexual de crianças e adolescentes demonstra a atuação do Judiciário em casos que envolvem direitos fundamentais, reforçando a necessidade de proteção de grupos vulneráveis.

Fundamento constitucional

As notícias abordadas estão diretamente ligadas ao artigo 227 da Constituição Federal, que assegura a proteção integral à criança e ao adolescente. O revogamento do decreto favorece a preservação de direitos territoriais dos povos indígenas, enquanto a condenação no caso de exploração sexual infantil é um reflexo da aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Base internacional

Em relação à proteção de crianças e adolescentes, a condenação de Hytalo Santos também remete à Convenção sobre os Direitos da Criança, que enfatiza a necessidade de proteger crianças de todas as formas de exploração e abuso.

Impacto jurídico

A revogação do decreto pode levar a uma maior proteção dos direitos dos povos indígenas, impactando políticas públicas em áreas relacionadas ao meio ambiente e aos direitos humanos. A condenação de Hytalo Santos, por sua vez, reafirma a responsabilidade do Judiciário em combater a exploração sexual infantil, criando precedentes para futuras decisões e reforçando a atuação do Ministério Público e da advocacia na defesa de crianças e adolescentes.

Análise Jurídica Crítica

Apesar dos avanços, a revogação do decreto não elimina os riscos de exploração e degradação ambiental em áreas indígenas, exigindo um acompanhamento contínuo das políticas públicas. A decisão sobre a exploração sexual infantil, embora positiva, levanta a questão da resistência em algumas esferas do Judiciário em aplicar rigorosamente as leis existentes, o que pode resultar em precedentes perigosos para futuras condenações.

Conclusão

  • A revogação do decreto sobre hidrovias representa um avanço na proteção dos direitos territoriais dos povos indígenas.
  • A condenação de Hytalo Santos reforça a necessidade de uma vigilância constante na proteção de crianças e adolescentes no Brasil.
  • O Judiciário deve continuar a aplicar rigorosamente as leis de proteção aos direitos humanos para evitar precedentes que possam comprometer a segurança de grupos vulneráveis.

Fontes oficiais

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Resumo DIREITO TRIBUTÁRIO — 2026-02-23 Atualizado com novas notícias.

Atualizado na madrugada de 24/02/2026 às 00:01.

Fim das Isenções Tributárias para Entidades Sem Fins Lucrativos

Notícias Jurídicas

Contextualização do Tema

O direito tributário brasileiro enfrenta constantes mudanças que impactam diretamente a atuação de entidades sem fins lucrativos. Recentemente, uma nova diretriz foi estabelecida, promovendo o fim das isenções tributárias concedidas a essas entidades. Essa alteração tem gerado debates sobre a sustentabilidade financeira das organizações que desempenham papéis sociais significativos.

Desenvolvimento

Decisão

Em 23 de fevereiro de 2026, o Governo Federal anunciou a revogação das isenções tributárias para entidades sem fins lucrativos, uma medida que visa aumentar a arrecadação tributária e promover maior equidade fiscal.

Fundamentos

A decisão se fundamenta na necessidade de reavaliar os benefícios fiscais concedidos, considerando a atual situação econômica do país. O princípio da capacidade contributiva, consagrado no artigo 145 da Constituição Federal, justifica que todos os cidadãos e entidades devem contribuir para o custeio dos serviços públicos, respeitando suas condições financeiras.

Além disso, a Lei nº 9.532/1997, que trata das isenções fiscais, será revisitada, buscando equilibrar a arrecadação e a promoção de políticas sociais, sem abrir mão da responsabilidade fiscal do Estado.

Análise Jurídica Crítica

A revogação das isenções tributárias para entidades sem fins lucrativos suscita questionamentos sobre o impacto social dessa medida. Embora a necessidade de arrecadação fiscal seja legítima, é imprescindível analisar como essa decisão afetará as atividades dessas entidades, que muitas vezes dependem de doações e recursos limitados para operar.

A jurisprudência tem enfatizado a importância do papel social desempenhado por essas entidades, e a revogação das isenções pode levar à redução de serviços essenciais, como educação, saúde e assistência social. Portanto, é fundamental que o debate sobre a reforma tributária considere não apenas a arrecadação, mas também a manutenção da função social das organizações sem fins lucrativos.

Conclusão

A decisão de revogar as isenções tributárias para entidades sem fins lucrativos representa um marco na política fiscal brasileira, que deve ser avaliado sob a ótica da justiça fiscal e da responsabilidade social. É necessário que o legislador busque um equilíbrio entre a arrecadação e a preservação das atividades sociais essenciais promovidas por essas entidades.

Fontes Oficiais

  • Constituição Federal do Brasil
  • Lei nº 9.532/1997
  • Jurisprudência dos Tribunais Superiores

Resumo ADVOCACIA — 2026-02-23 Atualizado com novas notícias.

Atualizado na madrugada de 24/02/2026 às 00:03. Temas da Advocacia: Diálogo Instituci...